Apresentação

Detentor de uma riqueza mineral inigualável, mas igualmente inexplorada, o Rio Grande do Norte descobriu o plus que faltava para o seu desenvolvimento industrial: o Pólo Gás-Sal.

Graças à iniciativa da FIERN, que tem como parceiros a PETROBRAS e o Governo do Estado, o projeto do Pólo Gás-Sal finalmente está tornando realidade o nosso desenvolvimento com base na agregação de valor às riquezas minerais aqui existentes.

Portanto, as indústrias química e petroquímica do Pólo Gás-Sal vão produzir, a baixo custo, produtos como soda cáustica, potassa, PVC, barrilha, vidros, sal refinado, magnésio metálico, brometos, óleo diesel, GLP e gasolina automotiva, todas matérias-primas que encontram-se na área do complexo industrial, o que nos dá uma vantagem comparativa muito grande.

Mas essa vantagem se anulará se não tivermos competitividade. Por exemplo, o tipo de indústria concebida para o Pólo demanda um elevado consumo energético. Nesse sentido, duas iniciativas complementares estão sendo desenvolvidas. A primeira delas, cotas de gás-natural, à preços incentivados, será proporcionada pelo Governo do Estado às indústrias para a construção de uma unidade termelétrica. A segunda iniciativa, o Centro de Tecnologias do Gás – CTGÁS, criado pelo SENAI em conjunto com a PETROBRAS, cuidará do desenvolvimento de recursos humanos para o setor, tendo inclusive como meta tornar-se centro de excelência em todo o país.

Alguns empreendimentos relacionados ao Pólo Gás-Sal já estão praticamente concretizados:

A previsão do total de investimentos privados, estatais e governamentais relacionados à concretização do Pólo será da ordem de US$ 2,5 bilhões, gerando 1.614 empregos diretos.

O Pólo Gás-Sal representará para o Rio Grande do Norte a inauguração de um novo modelo industrial, que, com toda certeza, beneficiará também o Nordeste e o Brasil.

 

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